Segurança e tecnologia : Qual o limite ?
Olá pessoal
O tema de hoje é sobre a relação entre a segurança e tecnologia, os limites éticos do observar e proteger que acontece cada vez mais através de câmeras e redes sociais. Quando vale abrir mão da privacidade pela segurança pública, o modo como vivemos e os riscos de olhos por todo o lado.
A imagem do Big Brother de "1984" de George Orwell é o símbolo do que estamos caminhando como mais uma previsão da Literatura, cada vez mais estamos sendo vigiados até nos pensamentos e as liberdades que vão cair em nome da normalidade e estabilidade da sociedade.
Chegando sem dar alarde, muitos sistemas de vigias surgem em brechas virtuais como nos nossos aparelhos ou na prática com cada vez mais câmeras em até lugares que não se espera. Sabem o que postamos, que hora logamos e por onde andamos, o direito a escolha dessa privacidade vira um questionamento que vai acima da segurança pessoal mas poder caminhar sem ser "vigiado" e ter o direto de abrir mão dessa proteção excessiva ou aceita-la em nome de uma suposta paz.
No nosso mundo contemporâneo, pessoas escolhem ser vistos ou não, por isso o avanço de tecnologias para ambos lados como leitores de retina e digitais e bloqueios de tela enquanto gravam reações e gravam áudios das pessoas via smartphones e smart tvs além da própria localização. Uma balança que muda de lado conforme o momento histórico onde se valoriza mais a liberdade do cidadão ou a sua segurança.
O limite dessa questão é o momento político e o medo das pessoas, quão dispostas estão os governos a vigiar as pessoas e o espaço a discutir a privacidade. Em tempos de vidas virtuais e pessoas reservadas, talvez o medo reine por hora e o crescimento da espionagem da vida alheia aumente, se isso é ético ou não, fica na visão de cada um.
É isso, pessoal
Até a próxima


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Se expressem , gritem , cornetem , comentem
Grato , blog 2 cabeças viajantes