Crônica da semana: O choro dos anônimos no transporte público.
Olá pessoal O texto de hoje é sobre um olhar curioso sobre a invisibilidade e da nossa sensação de solidão, partir do ponto que a nossa convivência na locomoção de uma cidade grande via ônibus e metro é quase como o pedágio diário de sociabilidade, ou seja se vê pessoas como o fato cotidiano. O que sai da linha de normalidade, é o assunto do texto que vamos escrevendo: a sensação que ninguém vai te perguntar o que tá acontecendo, a pessoa que chora porque não dá para segurar e acontece no transporte público voltando para casa. Os episódios que me inspiraram foram o choro desesperado de uma moça no ônibus elétrico há mais de uma década e a moça que recebeu uma noticia triste (eu acho) e as lágrimas correram no rosto entre duas estações no metrô. Um bônus é a história de um amigo que estava triste e chorou no ônibus, copiosamente e todas essas histórias, se somam a quem aproveitou o vazio ou a indiferença para deixar o pranto cair dos olhos po...