Quinta do youtube #148: protagonismo dividido


                            Olá pessoal

                 O tema de hoje é a posição de hegemonia que existe nas plataformas de vídeos, alguns concorrentes como o Tik Tok, Instagram com o Reels e falecidos Musical.ly, Vine tentaram dividir a atenção dos jovens do mundo com o youtube. Destes momentos que vamos tratar, quando o protagonismo é dividido entre outros apps que tomam conta do tempo do público alvo de todos os seus concorrentes.

                  A força da Chinesa Tik Tok tem com as pessoas em plena quarentena mostrou que não se vive apenas de virais do Youtube e conteúdo fidelizado por youtubers, os vídeos curtos de dancinha são modas a anos como a forma de entretenimento de minutos e acompanhados com inúmeros outros diferentes com grandes acessos na formula de edição simples e transição estilizada. A nova geração tem menos tempo de foco e isso resultou na popularização de produto de um minuto com o tipo de montagem aparentemente simples que pode levar horas para ser gravado, antes do aplicativo chinês teve a marca de Musical.ly e teve uma estrutura bem conservada na sua transição.

                  Os desafios de lidar com as demandas das novas gerações como a burocratização da estrutura com temas bem definidos, controle rígido de conteúdo da vida adulta, mudanças na forma de valorizar os canais com as qualidades de prender o público infantojuvenil e jovem adulto.  O esforço geral tem sido bem criticado por mexer em muitas pontos já estabelecidos como cânone e disso a saída para IGTV tem sido uma escolha por unir onde a grana vem caindo com mais frequência e a plataforma que tem crescido mais, além do Facebook Watch tenta roubar o espaço fixo da barra de pesquisa de vídeos mais comum, afinal pessoas saltam de rede social em rede social.

                 O lançamento de players de vídeo em algum momento foi uma preocupação com a quebra de hegemonia, de fato nenhuma outra empresa emplacou algo em tom global porém alguns tem força local em mercados locais como a Ásia que tem influência menor dos norte americanos. O entendimento que o mundo tem opções a escolher localmente e no âmbito internacional temos a plataforma única que é Youtube como a responsável por interação internacional que une muitos públicos na inevitável globalização.

                  A constante da tecnologia é que para uma grande empresa dominante surjam outras pequenos e médios tentando galgar um espaço maior contra quem se estabeleceu como funciona a disputa Windows x Linux, Spotify x Deezer, Amazon x Netflix x Disney + e etc. A briga com a plataforma do google é mais uma face do domínio da internet, EUA x China que também já foi uma disputa interna e que deve ter outros sites emergentes em outros momentos.

                   É isso, pessoal
                   Até a próxima

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