Sobrevivendo a pandemia: Família

                            Olá pessoal 

            O tema desse texto é Família, unidade reforçada ou diminuída com as escolha durante o isolamento, a situação é a seguinte: Lidar com pessoas é difícil, pior ainda é conviver com aqueles que agente não escolhe. O lado mais humano de estar preso em casa, a rotina com quem nunca esta presente e ter que se adaptar aos hábitos que por vezes quebram a harmonia ou o silêncio necessário para a nova realidade. 

                  A reunião forçada, ou não, de uma casa cheia de parentes, as diferenças se acirram para uma resolução ou quebra, neste ponto temos que assuntos puderam ser fechados e conversas retomadas. Ver o lado positivo,  pessoas distanciadas a muito tempo foram colocadas numa quarentena onde não ter como fugir da presença do outro fez com que o inevitável diálogo acontecesse para bem, retomar certos laços é importante porque a vida é um sopro. A dica N°1 é entender que a paciência e resiliência são importantes para ser justo na relação com os mais velhos (pais, tios, avós, padrasto, madrasta e etc) e também com as birras dos jovens. 

              O lado mais pesado é toxicidade dos tempos de hoje, os excessos de religião, conservadorismo e abraço ao discurso fascista são fatores que destroem relações por gerar uma barreira tão forte para conviver pacificamente. O aumento do radicalismo a direita, consequente da polarização marcou um discurso tão forte que separou famílias inteiras, a quarentena só aumentou o stress que é natural e só se resolve com a parte incomoda decide sair. A dica N°2 é evitar a guerra de rede social e pessoal enquanto durar a pandemia, afinal se não dá para sair de casa, melhor deixar tudo tranquilo até que poderemos ver o mundo. 

               A constituição de novas famílias, modelos diferentes e tudo dentro da normalidade, diversos casos de casais LGBTI+ que se juntaram para passar os meses de isolamento, nem tudo é o preto no branco, até amigos fizeram suas "bases" para evitar a solidão de um período de quarentena tão longos como estes que vivemos. O modo que olhamos a realidade é colocar um peso menor de estranheza para situações que já existem como casais não héteros, famílias sem pai ou mãe tipo solo com presença de terceiros e pessoas solitárias por opção. A dica N°3 é abrir a mente para tudo, uma casa não é constituída pelos mesmo pilares de antigamente, a família feliz e completa por vezes é substituída por amigos, padrastos e até a divisão com pessoas desconhecidas. 

             O tema tem nuances complicadas, juntando o lado mais comercial de margarina ao pensamento intolerante, colocando a quarentena como bomba relógio que são exemplificadas em aumento da violência e das separações, entretanto temos um senso que muito melhoram suas relações por ter mais tempo de qualidade com alguém que talvez tivesse problemas de diálogo.  Outro ponto é que a busca por companhia colocou próximos diferentes perfis no isolamento de meses: Casais da diversidade tiveram laboratórios de relacionamento sério, amigos se fecharam no interior, desconhecidos foram forçados a viver juntos por um tempo.  

                  É isso, pessoal
                  Até a próxima 



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