sobrevivendo a pandemia: O Corpo
Olá pessoal
O tema de hoje é pandemia, como vai ser a semana inteira mas, trataremos do corpo que é a ferramenta que mais teve que se adaptar com a chamada para quarentena, meses sem espaço para correr, fazer procedimentos e que regrediu a nossa "caverna" diária. Vamos dar nossa visão e dicas para se manter bem nessa fase final antes da vacina, que deve sair em 2021 se tudo der certo.
O primeiro passo é entender que o espaço mínimo faz parte da corporalidade, a qualidade do lugar que agente monta, temos os casos que ter uma casa grande acolheu bem quem pode fazer esporte, meditação e trabalhar, do outro lado da questão, o aperto da maioria de moradias de 1,2 dormitórios que abrigaram mais de 10 pessoas. A dificuldade de conseguir uma distribuição saudável de quartos e cantos funcionais, é chato quando você abre mão de uma mesa para que outra pessoa faça suas atividades no mesmo horários que os seus, tudo isso tem efeitos no stress, na ansiedade, na irritação que foi algo que as pessoas notaram.
O povo Brasileiro pode ser feliz, mas tem pouco espaço de esportes de fácil acesso, dentro das residências é raro ter a possibilidade de um golzinho, uma tabela ou outra estrutura. A massa que pratica esportes tem uma ligação com parques, clubes e até escolas para poderem se exercitar, deste ponto de vista é claro que passado os primeiro seis meses de total isolamento, o sedentarismo aumentou e afetou jogadores profissionais que vem jogando abaixo do esperado, para este atual que as poucos retorna os espaços de pratica esportiva e musculação tem melhorado a nossa perspectiva da quebra da inércia de muitas pessoas no cotidiano. A dica N°1 para sobreviver até ano que vem é fazer o mínimo esforço para andar na rua, correr e malhar nos espaços controlados, praticar esportes se houver estrutura e segurança.
A alimentação é outra contraponto de alguns com muito e outros com quase nada, fato é que o delivery, depois as novas regras para comer em bares e restaurantes estão relacionados a questão da dificuldade de manter peso, alta de preços e perda da segurança alimentar de uma parcela grande da população. A fonte das comidas mais saudáveis da cidades, feiras tiveram o impacto de não ter seu público presencial e começaram a fazer entregas, fora isso a concorrências com as junk foods e os ultraprocessados é uma briga grande da necessidade contra a saúde física que começa no prato cheio ou vazio. A dica N°2 é no limite do financeiro é conseguir equilibrar uma dieta com o básico do PF, o pão de cada dia e as vezes uma besteira (massa, salgado e comida estrangeira) e guloseimas (doces, cuidado com a diabetes) .
O momento é também de aprender práticas diferentes, longe do clichê da yoga ou aulas de dança, buscar em práticas menos populares como alongamento caseiro, exercícios práticos, audiobooks e ressuscitar um hobby como escrever, cantar ou desenhar. A frase clichê de "vamos sair melhor disso" só se aplica quando começamos a ver o mundo com outra ótica, somando mais conhecimentos que te torne mais humano ou mais aberto a mudanças gerais. A dica N°3 é aproveitar o tempo para trazer algo novo do Home Office, EAD e convívio maior com as pessoas da sua casa: nova habilidade, mais entendimento das pessoas, melhor profissional, mais estudo e etc.
Em linhas gerais, o cuidado passa por tudo: Movimento, alimento e aprendizado, tudo estando em ordem pode ser um bom começo para o andar do mundo. Nunca colocar trabalho, relacionamento e estudo acima da saúde do próprio corpo, ter um tempo para descansar e de um tempo qualitativo de reavaliar sua rotina é o ideal, entretanto se for para aliviar tenha um momento de desligada do mundo para que o seu organismo relaxe e dependa menos de remédios.
O nosso próximo texto vamos falar de como lidar com redes sociais e funções a distância, enfim vamos sobrevivendo a pandemia.



Comentários
Postar um comentário
Se expressem , gritem , cornetem , comentem
Grato , blog 2 cabeças viajantes