Sobrevivendo a pandemia: Política
Olá pessoal
O nosso último texto vai ser sobre política e pandemia, cruzamento de problemas que tiveram impacto gigante dentro do Brasil. O peso dos interesses de quem quis lucrar, de quem defendeu a população, das brigas eleitorais que atravessam esse momento de quarentena, a crise instalada desde março.
A discussão de responsabilidade é um ponto que foi a marca da desorganização do começo da pandemia, a omissão do Governo Federal e as primeiras ações foram ditadas pelo Estados e Prefeituras nas contra medidas do Covid-19, ouvindo especialistas e estabelecendo o fechamento geral. A Inabilidade do Ministério da Saúde que demitiu dois titulares, criou polêmica com Cloroquina e uso da mascara e gerou um cenário de insegurança, depois acelerou promessas de reaberturas em Estados amigos, uma guerra desnecessária em meio ao momento.
O peso nas contas é inevitável, gastos a mais com o reforço de infraestrutura e com necessidade de ajudar a população, o auxílio emergencial abraçou projeto antigo de transferência de renda proposto a mais de uma década para garantir sub existência dos mais pobres. Deixar de trabalhar foi uma drástica mudança dos primeiros momentos da quarentena, a insegurança como o medo da morte são fatores que não podem ser esquecidos, afinal tem muito mais gente com pena de patrão do que as inúmeras pessoas que perderam parentes nesse meio tempo. Tudo agora tem um protocolo e meio que o risco esta colocado diariamente quando saem para trabalhar, aos poucos retomam o mínimo mas, o efeito dessa pandemia vão ser longínquos, o emprego nem a economia vão se salvar tão cedo.
A briga ideológica foi o pior, o Presidente miliciano que foi negacionista e até pouco tempo fez zombaria até quando foi infectado, a convulsão social que ocorre dos cidadãos conscientizados e seguidores das restrições contra quem decidiu por desinformação e má vontade contestar figura públicas sobre a intensidade da pandemia. O sentimento de ataque ao Biroliro, o linchamento ao Átila e jornalismo sério e a fé em curas milagrosas são episódios que são marcantes na disputa territorial da razão sobre o que esta sendo a experiência Corona Vírus no Brasil, existem quem gostam de viver uma realidade alternativa onde não morreram mais de 100 mil pessoas e que as pessoas estão surtadas, existem outros que usam esse momento para adiantar cenário eleitoral, existe quem tem empatia e tá sofrendo muito com a distância e as merdas no ar, e todas elas estão convivendo juntas, sobre o mesmo céu.
A dica geral é considerar os problemas para o futuro, pressionar por soluções e manter a separação do fato saúde, da zona de confusão chamada governos em pandemia. O fato da atuação frente a doença tem que ser importante peso para os próximos votos, entretanto não deve alimentar mídia social com mentiras para destruir ou colocar culpa numa situação que todas as esferas tem sua parcela de culpa para tantas mortes e infectados; Os problemas vão ficar para os próximos anos e gravar quem começo eles como a família B. foi negacionista, que os deputados e senadores estabeleceram o Auxílio Emergencial e que o governo quis pagar um valor irrisório e foi derrotada, chamaram de "gripezinha" uma potente transmissão de vírus via ar que afeta todo mundo. A irresponsabilidade não tem partido nem interesses privados envolvidos, todos sofreram com o caos e tiveram que resolver, alguns melhores do que outros, o que tratamos é da saúde pública e que as ações tomadas estão ai para serem analisadas publicamente.



Comentários
Postar um comentário
Se expressem , gritem , cornetem , comentem
Grato , blog 2 cabeças viajantes