Quinta do youtube #154: Concorrências e correlações

                          Olá pessoal 

          O tema de hoje é entender o mercado de vídeos e entretenimento, depois de mais de uma centena abordando questões internas, vamos tratar de quem anda incomodando o youtube, gigante Norte Americano que ao se impor teve papel essencial na popularização da internet e agora tem uma fila de empresas que querem crescer no vácuo dos deslizes da plataforma. 

                 As marcas como Twitch, Booyah, Tiktok, Bigo, Facebook, Dailymotion, Vimeo, Vevo e outros concorrentes asiáticos que não consigo escrever aqui, representam o avanço de ocupar espaços que foram abertos com as mudanças da líder do segmento, os gamers acharam seus próprios espaços para transmitir e serem transmitidos, além do fato que conteúdo empresarial e publicitário se segmentaram a existir em qualquer rede social, restando o poder da criação de conteúdo centrado na bolha da plataforma, algo que vem sendo ameaçado. 

                Depois de muito tempo, a correlação de plataforma gamers em sua origem fez a resolução que o youtube abriu mão do público de jogos ao sabotar conteúdo ao vivo, focando em Watch Time prefere vídeos curtos e gravados, longos e bem produzidos a criar uma comunidade focada em ação o tempo todo, restando o deposito de Clipes e analises como consequência. A Twitch e o FB Gaming tem a prioridade da Live, o acontecimento e atenção que se prende é o triunfo da fidelização que o antigo público do YT que ficou sem espaço, o modo como as pessoas procuram diversão e que não tem intervalos, algo que o youtube não abraça muito. 

              Conteúdo educacional e infantil seguem como um forte, fácil de acessar e a salvação de pais cansados, entretanto a chegada de streaming de TV pode colocar tudo mais peso na disputa, afinal temos o Globoplay, Netflix, Amazon Prime Video que tem o poder de comprar exclusividade sobre canais que deram muita grana para o YT. Existe de fato a proteção e "cantinho" Kids sem monetização e assédio, a queda de braço é que produtos como Galinha Pintadinha, Iuccas Neto, Canais familiares com crianças ganharem chance de um programa, temporada em serviços on demand.  

                  Business ou negócios que o nível de publicidade é menor, tem seus meios próprios, de fato nunca foi a preocupação em ter esse monopólio e as marcas tem seus espaços de promoção dentro do youtube. Enfim, isso tem pouco a ver com o foco de diversão e o máximo que existe é a criação de conteúdo de Branding e dicas de pequenos negócios. 

                  De modo geral, não dá para falar de queda de audiência se o porte dos canais são grandes na média, se bater 1 milhão é o desafio maior e temos casos de 10 milhões aumentando em proporção a outros tempos. O que a concorrência traz é a migração de criadores pequenos e médios que vão trocar, ter contas simultâneas, separar a produção colocando o que for mais conveniente, afinal ter exclusividade no mundo de hoje é uma questão financeira.A Correlação serve para níveis de ameaça muito distintos, FB Watch tem mais impacto num público alvo mais velho e isso não impacta no desenvolvimento do YT que chega nos mais jovens; Apesar da briga que existe, Twitch gera conteúdo a rodo para a plataforma que ainda mantém um laço com os gamers; Tik Tok ocupa um espaço que o youtube não pretende ocupar, que é vídeos de 10s, 30s e o maior oponente atual é o Reels do Insta que tem a mesma proposta. 

                    É isso, pessoal
                    Até a próxima 
 



 

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