Quinta do youtube #101: A voz das mulheres

             

            Olá pessoal 

            O Texto de hoje fala sobre mulheres que ampliaram a voz delas em setores masculinizados ou considerados tabus de se tratando de opiniões emitidas por elas. A proposta é ressaltar algumas criadoras de conteúdo que esse papel de criar espaços onde a participação feminina parece limitadas na realidade comum  do mercado. 

            Começando pelo mundo das finanças temos Nathalia Arcuri, o maior canal do setor no youtube que fala desde coisas pequenas do dia a dia até os maiores problemas econômicos das pessoas. A habilidade de decifrar o economiquês para uma linguagem dos jovens e por isso alcançou um bom status dentro da plataforma, dentro do cenário de pessoas que querem saber guardar, investir e enriquecer neste momento pouco favorável da vida. A importância disso é ver o conteúdo passado por homens brancos engravatados ser feito por uma mulher numa outra forma de comunicar, mais moderna e que tem seu valor. 

           Vamos falar de Sexo e relacionamento, duas criadoras que podem ser destacadas são Dora Figueiredo e Ellora conseguem trazer para um protagonismo feminino para o bate papo, sem falsas certezas, tabus de homens mas verdades que podem incomodar o mais orgulhoso que também faz refletir ao sujeito mais aberto as ideias novas. A opinião delas e a repulsa por continuar a afirmar a velhas histórias que os caras repetem para se manter fazendo o mesmo e as mulheres sem gozar, presas em relacionamentos estagnados e as vezes abusivos e vítimas de violência ou machismo; As duas são forças da geração que quer mais da vida e aconselha as meninas contras os males já declarados de um grupo de homens que parece querer não sair da caverna. O tema é tão feminino quanto masculino e que certos homens poderiam começar a aprender a tratar elas melhor.  

           Vamos falar de esportes, indo ainda mais fundo: futebol, os canais femininos tem crescido tanto como os outros, seguem a onda porém é importante para quebrar muitas das barreiras de jovens que até pouco não viam o futebol como um esporte para os dois gêneros. Os exemplos são alguns como o 1x0 feminino da Luana Maluf, Raquel Freestyle e o canal de Natalia Guitler que tem provados do talento para falar, jogar e repercutir o futebol,  tanto quanto a primeira Supercopa Feminina dos Desimpedidos tem o papel de lembrar que amadoras e profissionais jogam bola como qualquer peladeiro de fim de semana como eu fui, dos 18 aos 21; Continue a apoiar e tenha menos orgulho pois quando mais elas jogam menos estamos sós para falar e curtir o esporte. 

          Para finalizar, temos o setor Gamer que é muito dominado por homens que aos poucos vê quão tóxico é para a presença feminina entre as streams e pró players. Streamers como Diana Zambrozuski, Cherry Gum e canais como Malena, Bibi Tatto e outras tem seus espaços delimitados por até onde vão, por vezes lidam com um machismo não pessoal dos fãs mas do inconsciente que sobrevive em velhas máximas gamers feitas para afirmar o papel único e masculino de jogar. A coragem de ainda tentar jogar e ser vista como profissional daquilo sem ter seu valor diminuído a depender do olhares machistas é uma jornada dura que nem todas aguentam. 

          Um último adendo é que setores de analise de cinema, séries e TV parecem mais receptivos pela diversidade que esses próprios meios tem, assim eu coloquei como uma observação no fim do texto por nunca ter visto uma reação adversas a críticas de filmes e series mundo afora. Entretanto, o machismo e o orgulho ferido continuam por ai e não da para afirmar que o meio seja tão democrático assim em relação a opinião dos dos gêneros sejam respeitadas de todas as formas. 

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         É isso, pessoal 
         Até a próxima 


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