Quinta do youtube #109: Diversidade na tela

           

                     Olá pessoal 

              O tema de hoje é refletir sobre diversidade e preconceito, a capacidade de convivência e as arestas mal aparadas que envolvem a existência de grupos diferenciados pelos outros, marginalizados e que tem uma voz para fazer uma defesa de suas ideias. O ponto é que o limite entre aceitar ou suportar a existência de alguém faz com que se torne intolerante por automação. 

           A criação de nichos afros, LGBT+, feministas, políticos e etc ressalta a nossa necessidade de criar um lugar para falar e conversar sobre algo importante para você. Na consequência disso vem os haters, comentários tóxicos e uma clara sensação que a função de muitas pessoas na rede é negar a existência de outras minorias sociais como se a regra da sociedade fosse defender o estandarte. 

          A naturalidade de ter o discurso aprovado ou não, ou seja da capacidade de expressar publicamente e sofrer com isso. O problema passa a ser com os lixamentos virtuais que passam quem arrisca ser o ponto de contraponto de toda uma sociedade que recebe o lado mais obscuro do preconceito da pessoa, o anonimato e a coragem de ofender racialmente, sexualmente alguém por se basear numa religião, ideologia que também tem suas falhas na sociedade conservadora. 

           O processo de ter uma cabeça aberta e abri espaço para os outros, tendo noção de privilégio e que os outros tem que ter direito de expressar a dor e os problemas, as ações progressistas na internet servem como suporte a diversidade. Traduzindo o texto acima em ação é a prática de muitos canais de trazer youtubers variados para defender as ideias de seus nichos como os(as) negros que falam sobre negritude, LGBTQ+ falando sobre seu conteúdo e os preconceitos, as mulheres falando de suas pautas e etc. 

Confira nossas redes sociais:

                É isso, pessoal 
                Até a próxima 

              

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