Jogador 2 cabeças: Mundo aberto, solução para a nova geração ?



                              Olá pessoal 

                         O tema de hoje é retomar a um tema que já tratamos anteriormente, o mundo aberto que foi um conceito que o motor gráfico potencializou na terceira e quarta geração. Será essa a tendência dos grandes jogos daqui para frente ser cada vez maiores e mais horas de história incluindo a arte cinematográfica e roteiros complexos,  essa é a aposta que deixamos no ar para o PS5, sucessores de Xbox One e Nintendo Switch. 

                        A experiência ganhou mais espaço nas construções dos jogos de hoje, a ambientação conta com tantos detalhes gráficos e os inventários mais complexos com reproduções de armas, ferramentas, roupas que acompanham o próprio cinema no seu design de produção. Este grupos de escolhas, seu desenvolvimento que levam anos de estudo as produtoras e um crivo pesado das fanbases de franquias que esperam algo novo a cada superprodução. 

                       O caminho para os games é crescer em tamanho e qualidade, a exigência do jogador comum que é o que compra tem feito que o mercado simplifique os jogos, inventando novas facilidades a cada jogo, também significa que mapas cada vez maiores para gerar mais horas frente aos consoles com gráficos mais potentes e colocando mais línguas nas localizações mundo a fora. Os Mundos - abertos vão acabar dominando o mercado de exclusivos e franquias como consequência disso, a duração destes vão até o limite da criatividade e tecnologia. 

                      Existe uma outra via, o mercado de simuladores, jogos retrô, RPG e o segmento mobile são o contraponto de toda a urgência da complexidade. Os gêneros citados tem uma característica muito próxima de gráficos, plots e durações; a capacidade de criar em jogos mais rápidos e divertidos, mesmo em clássicos RPG's temos uma geração de jogos mais dinâmicos e histórias que ainda conversam com o público. 

                       Responder essa especulação que coloquei no título, não é das tarefas mais fáceis, apresentei dois cenários  onde temos a tendência do crescimento e outros da manutenção. O lado que tem mais potencial para vencer essa disputa nos próximos anos vai ser o Mundo - Aberto, algo menos viral que o Battle Royale pelo custo financeiro, entretanto se hoje saem 1,2 a cada ano ou biênio, a presença deles vai ser mais constante por aparelhos mais potentes e a concorrência pela construção de mundos melhores. 

                     A solução vai ser sim expandir as fronteiras dos jogos eletrônicos, os carros chefes dessa geração serão enormes e com títulos que ainda não se arriscaram no segmento ainda. Entendo que outros gêneros ainda tem espaço para existirem como são agora, entretenimento rápido como Battle Royale, Tático e turno como RPG,  Retro & mobile como simples, Esportes como uma boa massa de vendas e sem esquecer dos indies, jogos independentes ainda terão muito espaço na nova geração. Concluindo melhor o padrão dos jogaços do ano vai ser a liberdade e um mapa para explorar, isso vai sustentar a geração 5 no modo de ainda prender os seus jogadores fiéis e cada vez mais exigentes. 

                   É isso, pessoal 
                   Até a próxima 

                 
 

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