FHM #Especial: A quinta louca e a danças das cadeiras
Olá pessoal
O tema de hoje é refletir sobre a loucura da 21° Rodada do Brasileirão onde 4 treinadores caíram em decorrência dos resultados. A sensação de estranheza foi causada pelo números de técnicos e não pela consequente quedas no posto de comandante de times de primeira divisão, como a cultura resultadista de campeonato e não de temporada.
Em plena, quinta feira, 26 de setembro de 2019 vimos a queda simultânea de quatro treinadores que saíram ou foram demitidos na sequência que são Zé Ricardo, Rogério Ceni, Oswaldo de Oliveira e Cuca. A crise é o elemento que junta todos na mesma situação, serviram de bode espiatorios para seguidas escolhas ruins de Fortaleza, Cruzeiro, Fluminense e São Paulo.
Dois times envolvidos estão disputando a permanência na Serie A diretamente do Z4 e arredores, um esta já especulado e outro surpreende. A situação da Raposa segue tensa com a crise moral e técnica assombrando a saída de Mano Menezes e R.C que agrava o tom de elenco problemático e estrelado que conseguiu botar o elenco de 15 milhões mensais para disputar o rebaixamento. O time das laranjeiras já vem sofrendo com a falta de grana depois da saída da Unimed, a tentativa com F. Diniz (agora no SPFC) e a curta passagem do Oswaldo mostra que a situação do elenco jovem tem dificultado a vida de qualquer comandante a frente do Flu.
Dois tricolores tem trocado de comando recentemente, o do Morumbi e da P ici fizeram parte desta troca troca com a crise técnica derrubando os substitutos do começo da temporada. O descontentamento com o futebol conseguiu desempregar os treinadores pelas atuações em campo que refletiram a sucessão ruim respectivamente de Vagner Mancini e R. Ceni em times poucos efetivos na sequência do campeonato, o São Paulo reforçado caiu fora do G-6 e o Fortaleza segue no meio da tabela com proximidade do Z-4.
A conjunção de fatores levaram a quatro diretorias a se desfazerem de seus comandantes em meio a diferentes crises: Elencos e resultados. A brigas com Thiago Neves e Ganso, ambas públicas escancarou momentos em que jogadores derrubam e sabotam trabalhos de seus técnicos ; a falta de vitórias e níveis de empenho colocaram em cheque dois bons nomes do mercado atual na lista do desemprego pela queda de desempenho de ambos times, temos apostas em retorno de Ceni e nova tentativa de emplacar F. Diniz para estas escolhas por troca de comando em pleno começo de returno.
A visão é menos inocente, a troca de treinadores é tática comum, processo acelerado por torcida e mídia, não apenas caíram esses quatro como desde então temos Enderson Moreira perdendo o cargo no Ceará após rodadas ruins. Os14 nomes entraram nesta dança das cadeiras, quer dizer que em vinte rodadas foram 9 vitimas antes da quinta louca e uma após ela, a instabilidade e o papel de cabeça a rolar quando o resultado não vem gera o estigma de caçar bruxas, a troca de "professor" após semanas, meses e com muita sorte temporadas faz com o nível técnico varie, tal qual o padrão seja ofensivo ou defensivo tende a nivelar por baixo por trabalhos curtos e ruins.
O esperado é que volte a normalidade, esperar que alguém pede o boné ou perca a cabeça a cada de 3 rodadas e que crises sejam isoladas como funciona bem para os jornais e a analistas. Parar com essa cultura não existe enquanto quem comanda não se responsabiliza pelo que fez financeira e esportivamente, mais direções profissionais impediriam que a média crescesse e tornaria contratos de temporadas válidos como na Europa ,mas isso é utopia no futebol nacional
É isso, pessoal
Até a próxima



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Se expressem , gritem , cornetem , comentem
Grato , blog 2 cabeças viajantes