FHM #132: O efeito Honda no Brasil
Olá pessoal
O tema de hoje é falar sobre a chegada dos estrangeiros badalados ou de outras partes do mundo, o movimento de mercado de abrir espaço para "loucuras" de clubes que buscam impacto. O último caso foi o Honda que aceitou uma experiência no Brasil, outros contratos como Juanfran, Pablo Mari, Di Santo, que fizeram carreira na Europa e ainda veem com bons olhos jogar no pais do futebol.
A grande jogada de marketing tanto como o investimento técnico são o ponto que a esporádicas jogadas dos dirigentes, as oportunidades de contratar nomes que as pessoas não visam primeiramente, e esta ousadia que pode fazer a diferença hoje. O sucesso de Pablo Mari foi a situação positiva que chega e joga, um espanhol de pouco sucesso na Europa e que veio ao Brasil para se tornar um nome mais forte ao retorno e temos os que vem para se aposentar no futebol periférico, seria o caso de Yaya Toure provavelmente faria seu último contrato.
O papel de atrair jogadores mais velhos, além de repatriar Brasileiros e as tradicionais Sul-americanos que sempre estiveram presente na histórias dos clubes. Quebrar as barreiras de idioma e de incompatibilidade de salários é a linha que falta para poder importar craques vindo da Ásia e Europa reforcem o plantel, aumentar o poder das ligas como a Mexicana fez, as asiáticas (Japão, China, Índia), o Brasil tem que aproveitar o poder financeiro para ter jogadores melhores que substituam os craques que vão embora cada vez mais cedo.
O orgulho de formador de base, celeiros de craques continuo, pode ser um empecilho de aceitar esta invasão de estrangeiros que em média podem ser bons, mas tem um risco de falha grande se não bem planejado. A chegada de jogadores mais famosos tem sido mais especuladas como Nagatomo, Quaresma são sinais que o crescimento do clube esta ligado ao potenciar o marketing como o "Europeu" Daniel Alves foi contratado e trouxe junto Juanfran da Espanha.
A possibilidade de Honda ser o ponto de divisa se der certo, Japonês que tem muita técnica em meio as dificuldades do Botafogo no meio e foi uma aposta barata e viável. Modelo que pode ser adotado por outros clubes e de perfis de jogadores como ele que poderiam ser na sua maturidade como reforços bons para clubes grandes daqui, não se limitar a vender mas comprar jogadores de renome mundial convivendo com os nossos jovens promissores.
A cultura mudar e essas contratações internacionais virar rotina e não piadas como a maiorias das torcidas faz, gerar estrelas que podem ser ídolos que falam outras línguas. O caso de fracassos como Kazim Richards, Zizao são apenas exemplos de má gestão do risco, quando se foca em nomes melhores como o Flamengo querendo Arda Turan, Vasco especular Nagatomo, Yaya Toure ficar a uma assinatura de vir pro Brasil, Quaresma ser ventilado no Santos e os vizinhos de fronteira ter trazido De Rossi e Adebayor para seus maiores clubes. A situação é que pensar grande, investir pode tornar internacional a transmissão do Brasileirão e a Libertadores, o futuro é crescer em popularidade.
É isso, pessoal
Até a próxima



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Grato , blog 2 cabeças viajantes